Conte-nos seu desafio
Conte-nos seu desafio
Arquitetura Corporativa de TI

Escritório de Arquitetura Corporativa de TI

Uma função permanente que transforma um ambiente tecnológico distribuído e fortemente apoiado em terceiros em um ecossistema governado, padronizado, seguro, escalável e preparado para o crescimento.

O conceito

A camada que define como as partes trabalham juntas

Muitas empresas operam com uma área de TI enxuta, focada em gestão, prioridades e relacionamento com o negócio, enquanto funções tecnológicas — desenvolvimento, infraestrutura, suporte, segurança da informação, sustentação e especialistas técnicos — são executadas por parceiros. Esse modelo é legítimo, comum em grandes organizações brasileiras e pode continuar existindo.

O que costuma faltar não é gente executando. É uma função formal, permanente e centralizada de Arquitetura Corporativa responsável por definir como todas essas partes devem trabalhar de forma integrada.

Quando essa camada não existe, cada projeto define sua própria arquitetura, cada fornecedor traz seu próprio padrão e cada decisão tecnológica é tomada isoladamente — com qualidade que depende de quem estava na sala naquele dia.

O que o Escritório não é

  • Não é uma proposta para substituir os fornecedores atuais.
  • Não é a criação de uma estrutura interna de TI excessivamente grande.
  • Não é uma crítica ao modelo adotado nem às equipes e parceiros que o sustentam.
  • Não é produção de diagramas e documentação como fim em si mesma.
Por que agora

Quatro forças que costumam convergir para o mesmo ponto

Escala conquistada

Crescimento, novas unidades e novas operações multiplicam empresas, sistemas, contratos e integrações a serem coordenados.

Crescimento por aquisições

Cada nova empresa exige avaliação tecnológica, plano de integração e padronização. Sem método, tudo é refeito a cada operação.

Modelo distribuído de execução

Com múltiplos fornecedores executando disciplinas diferentes, a padronização precisa ser definida e mantida pela própria empresa.

Inteligência Artificial entrando na pauta

A adoção avança rapidamente e, sem governança, cresce de forma dispersa, com riscos de dados, custo e conformidade.

Contexto de mercado

O que os dados mostram

38%

das grandes empresas brasileiras já utilizavam aplicações de Inteligência Artificial em 2024.

Fonte: TIC Empresas 2024 — Cetic.br | NIC.br (2025)

56%

das empresas que usam IA contrataram fornecedores externos para desenvolver ou modificar seus sistemas de IA; 76% adquiriram soluções prontas.

Fonte: TIC Empresas 2024 — Cetic.br | NIC.br (2025)

30,2%

de descasamento entre demanda e formação de profissionais de tecnologia no Brasil entre 2019 e 2024 (665 mil demandados contra 464 mil formados).

Fonte: Brasscom — Mercado de Trabalho do Macrossetor TIC (2025)

Leitura: a tecnologia é cada vez mais executada por terceiros e o talento especializado é escasso — o que torna a governança interna, e não o tamanho da equipe, o fator determinante de qualidade.

Visão da solução

O Escritório como camada de direcionamento tecnológico

Áreas de negócio

Demandas, prioridades, metas operacionais e regulatórias

Diretoria de Tecnologia da Informação

Estratégia, orçamento, prioridades e decisão executiva

Escritório de Arquitetura Corporativa

Princípios · Padrões · Arquiteturas de referência · Revisão de Arquitetura · Autoridade técnica · Governança de IA · Avaliação tecnológica para aquisições

Disciplinas especializadas

Segurança · Infraestrutura · Dados · Sistemas · Nuvem — acionadas conforme a necessidade

Fornecedores, parceiros e times de implantação

Continuam executando seus serviços, agora seguindo padrões tecnológicos definidos pela empresa

A Arquitetura Corporativa não executa todas as disciplinas de TI. Ela define as regras do jogo, avalia soluções antes que sejam construídas ou contratadas e aprova tecnicamente o que entra no ambiente.

Modelo operacional

Enxuto por concepção

Direcionamento e aprovação técnica — não execução operacional de todas as disciplinas.

O Escritório é responsável por
  • Definir princípios, padrões corporativos e arquiteturas de referência.
  • Avaliar demandas e soluções antes do desenvolvimento ou da contratação.
  • Emitir pareceres arquiteturais e exercer autoridade técnica dentro do modelo aprovado.
  • Conduzir o Comitê de Arquitetura e registrar formalmente as decisões.
  • Manter o Repositório de Arquitetura e a memória tecnológica da empresa.
  • Direcionar tecnicamente fornecedores e projetos.
O Escritório não substitui
  • As equipes e fornecedores que executam desenvolvimento e sustentação.
  • A operação de infraestrutura e de computação em nuvem.
  • A operação de Segurança da Informação.
  • As áreas de Compras e Jurídico em suas competências.
  • A Diretoria de TI na decisão executiva e orçamentária.

Governança na medida certa

Controles suficientes para reduzir risco, leves o bastante para não travar o negócio.

Decidir antes de construir

A avaliação arquitetural acontece na entrada da demanda, quando mudar ainda é barato.

Padrão publicado é padrão usado

Tudo o que for definido vive no Repositório de Arquitetura, acessível a equipes e fornecedores.

Independência tecnológica

Critérios técnicos e de negócio acima de preferências por fabricante ou fornecedor.

Capacidades

Vinte capacidades

Vinte capacidades — e não vinte departamentos ou vinte profissionais exclusivos. Cada uma é ativada no momento adequado do cronograma.

01Arquitetura Corporativa e Estratégia Tecnológica
02Arquitetura de Soluções e Autoridade Técnica
03Padrões e Princípios de Arquitetura
04Gestão do Portfólio de Aplicações
05Gestão do Portfólio de Tecnologias
06Radar Tecnológico
07Seleção de Software e de Fornecedores
08Arquitetura de Integração e APIs
09Arquitetura e Governança de Dados
10Arquitetura de Computação em Nuvem e Infraestrutura
11Arquitetura de Segurança da Informação
12Padrões de Engenharia de Software
13DevSecOps e Desenvolvimento Seguro
14Arquitetura de Inteligência Artificial
15Centro de Excelência em Inteligência Artificial
16Arquitetura aplicada a Fusões e Aquisições
17Repositório de Arquitetura e Documentação
18Governança de Fornecedores e Tecnologias
19Gestão Financeira de Tecnologia e Nuvem
20Inovação e Tecnologias Emergentes

Áreas especializadas já existentes na empresa ou em seus fornecedores — segurança, infraestrutura, dados, desenvolvimento, sistemas empresariais, nuvem e suporte — são acionadas sempre que necessário.

Governança

Decisões tecnológicas com dono, critério, registro e rastreabilidade

Comitê de Arquitetura

Fórum formal de decisão com regimento, participantes definidos, periodicidade e pauta. Delibera sobre padrões, exceções e soluções relevantes.

Revisão de Arquitetura

Avaliação técnica estruturada de projetos e soluções, com critérios publicados e parecer formal antes da construção ou da contratação.

Registro de Decisão de Arquitetura (ADR)

Documenta decisões arquiteturais relevantes: contexto, alternativas, decisão e consequências.

Processo de exceção

Caminho formal para desvios justificados: prazo de validade, responsável, risco aceito e plano de regularização.

Matriz de responsabilidades

Quem propõe, quem avalia, quem aprova e quem executa, para cada tipo de decisão tecnológica.

Autoridade técnica

Alçadas claras de aprovação arquitetural dentro do modelo aprovado pela Diretoria de TI.

Níveis de decisão

Arquiteto responsável

Soluções de baixo impacto, aderentes aos padrões publicados.

Escritório de Arquitetura

Soluções de impacto médio, novas integrações e tecnologias do Radar.

Comitê de Arquitetura

Novos padrões, exceções, plataformas estruturantes e decisões de alto impacto.

Diretoria de TI

Decisão executiva, investimento e priorização final.

Entrada de demandas

Toda iniciativa relevante passa por avaliação antes de ser desenvolvida ou contratada

Demanda de negócioTriagemClassificaçãoAvaliação de ArquiteturaSolução conceitualRevisão de ArquiteturaImplementaçãoValidaçãoDocumentação final

Arraste para o lado para ver o fluxo completo.

Triagem e classificação

Separa o que exige avaliação arquitetural do que pode seguir por caminho simplificado. Nem toda demanda precisa do mesmo rigor: porte, risco, integração e criticidade definem a rota.

Avaliação e solução conceitual

Define a alternativa recomendada, integrações necessárias, impactos em dados, segurança, nuvem e custo, além de riscos e premissas. É o documento que orienta quem vai construir ou contratar.

Revisão e registro

Parecer arquitetural formal, decisão registrada e, quando aplicável, encaminhamento ao Comitê. Ao final, a documentação entra no Repositório de Arquitetura.

Erros de arquitetura descobertos na entrada custam uma conversa. Descobertos na produção, custam um projeto.

Seleção de software e de fornecedores

Escolher a tecnologia certa é metade da decisão

A outra metade é escolher quem vai implantá-la. O Escritório de Arquitetura responde pelo método, pelos critérios técnicos e pelo parecer — Compras conduz a negociação comercial e o Jurídico os aspectos contratuais. A decisão final pertence à empresa.

NecessidadeRequisitosRFILista curtaRFPProva de conceitoPontuaçãoParecer arquiteturalDecisão

Arraste para o lado para ver o fluxo completo.

RFI — Solicitação de Informações aos fornecedores. RFP — Solicitação Formal de Proposta aos fornecedores.

Seis eixos de avaliação

Funcional e de negócio

Requisitos funcionais, aderência aos processos e cobertura das necessidades das áreas.

Arquitetura e integração

Aderência aos padrões corporativos, modelo de integração, APIs disponíveis, dados, desacoplamento e escalabilidade.

Segurança e conformidade

Controles de segurança, gestão de identidades, proteção de dados, LGPD e requisitos regulatórios.

Nuvem e requisitos não funcionais

Desempenho, disponibilidade, recuperação, observabilidade e modelo de hospedagem.

Comercial e contratual

Custos, licenciamento, custo total de propriedade, suporte, continuidade e evolução do produto.

Risco de dependência

Dependência excessiva de fornecedor, portabilidade de dados, maturidade do fabricante e estratégia de saída.

Riscos de uma contratação sem processo
  • Proposta única, sem base de comparação de preço, prazo, escopo ou risco.
  • A condição de parceiro certificado de um fabricante não esclarece quem executará a implantação.
  • Subcontratação da execução a terceiros, com perda de controle sobre quem efetivamente entrega.
  • Apresentações institucionais no lugar de evidências de implantações concluídas em porte e setor comparáveis.
  • Custos não previstos: integrações, ambientes, migração de dados, capacitação e sustentação após a virada.
  • Dependência excessiva do fornecedor depois da entrada em produção.
Como o Escritório reduz esse risco
  • Pesquisa ativa de mercado: de 3 a 5 fornecedores com conhecimento comprovado na plataforma.
  • Verificação de implantações reais, com referências de clientes de porte e setor comparáveis.
  • Exigência dos currículos nominais da equipe que será efetivamente alocada ao projeto.
  • Mesmo escopo e mesmos critérios para todos os concorrentes, por meio de RFI e RFP padronizadas.
  • Pontuação objetiva, com dois finalistas levados à negociação — e poder comparativo real na mesa.
  • Parecer arquitetural fundamentado e decisão registrada de forma auditável.

Modelo de pontuação de fornecedores

CritérioPesoO que é verificado
Implantações reais comprovadas20%Quantidade, porte e setor das implantações concluídas na plataforma — e se foram executadas pela própria consultoria ou subcontratadas.
Equipe nominalmente alocada15%Currículos nominais, senioridade, dedicação ao projeto e regras para substituição de profissionais-chave.
Referências verificáveis15%Contato direto com clientes de porte semelhante, preferencialmente com projetos concluídos nos últimos 36 meses.
Metodologia e plano de implantação15%Fases, marcos, papéis, estratégia de migração de dados, testes, capacitação e plano de entrada em produção.
Custo total da implantação15%Proposta somada a integrações, ambientes, migração, capacitação, horas adicionais e sustentação após a virada.
Estrutura contratual e garantias10%Pagamentos atrelados a entregas aceitas, garantias, níveis de serviço e consequências previstas para atrasos.
Aderência arquitetural e integrações10%Integração com os demais sistemas, modelo de dados, APIs e aderência aos padrões definidos.

Arraste para o lado para ver a tabela completa.

Os dois fornecedores com melhor combinação de custo/benefício e menor risco operacional seguem para a negociação final, com recomendação registrada em parecer arquitetural.

Fusões e aquisições

Um método repetível para cada nova empresa do grupo

M&A — Fusões e Aquisições, do inglês Mergers and Acquisitions — corresponde aos processos de compra, fusão ou incorporação de empresas.

Antes da aquisição

  • Avaliação tecnológica
  • Aplicações e infraestrutura
  • Nuvem, dados e segurança
  • Contratos, licenciamento e fornecedores
  • Dívida técnica e conformidade
  • Integrações, custos e riscos

Primeiro dia de integração

  • Acessos e identidade
  • Conectividade entre ambientes
  • Controles mínimos de segurança
  • Continuidade da operação
  • Integrações essenciais

Primeiros 30, 60 e 90 dias

  • Racionalização tecnológica
  • Consolidação e sinergias
  • Aplicações duplicadas
  • Contratos e dados
  • Infraestrutura e segurança

Arquitetura futura da empresa integrada

  • Integração ao modelo corporativo
  • Plano de evolução
  • Estimativas e investimentos
  • Riscos mapeados
  • Prioridades definidas

Para uma empresa que cresce por aquisições, a combinação de Arquitetura Corporativa e M&A deixa de ser um projeto e passa a ser uma capacidade permanente: a cada nova operação, já se sabe o que avaliar, o que integrar primeiro e como a empresa adquirida se conecta ao modelo tecnológico do grupo.

Engenharia de software

Padrões de engenharia e segurança desde a concepção

DevSecOps é a abordagem que integra Desenvolvimento, Segurança e Operações durante todo o ciclo de criação e implantação de software.

DemandaRequisito de negócioAvaliação de ArquiteturaDesenho da soluçãoAvaliação de segurançaDesenvolvimentoTestes automatizadosControle de qualidadeImplantaçãoMonitoramentoDocumentação da arquitetura

Arraste para o lado para ver o fluxo completo.

Critérios de entrada e saída

Definição do que é necessário para iniciar o desenvolvimento e do que caracteriza uma entrega concluída — aplicável também aos fornecedores.

Controles automatizados

Análise estática e dinâmica de segurança, verificação de componentes de terceiros, de segredos e credenciais e de contêineres.

Esteiras e qualidade

Integração e entrega contínuas, revisão de código, versionamento, controle de código-fonte, testes automatizados e reversão em caso de erro.

Operação e visibilidade

Infraestrutura definida como código, padrões para ambientes, observabilidade, registros técnicos e métricas de engenharia.

Nenhuma ferramenta é imposta antes da fase de Descoberta. O Escritório apresenta categorias e alternativas de mercado e privilegia o que a empresa e seus parceiros já utilizam, quando adequado. Referências: OWASP para segurança em aplicações e DORA para métricas de desempenho de entrega de software.

Fundações técnicas

Dados, integração e computação em nuvem

As três fundações que sustentam a integração entre sistemas e entre empresas de um mesmo grupo.

Governança de dados

  • Princípios de governança e responsabilidade sobre os dados
  • Classificação, qualidade e rastreabilidade
  • Proteção, retenção, segurança e LGPD
  • Arquitetura de dados corporativa
  • Metodologia de migração: levantamento, análise, avaliação de qualidade, mapeamento, saneamento, transformação, migração, reconciliação, validação, entrada em produção e plano de retorno em caso de falha

Integração e APIs

  • API — Interface de Programação de Aplicações, que permite a comunicação padronizada entre sistemas
  • Padrões de serviços, versionamento e segurança
  • Integrações síncronas e assíncronas
  • Arquitetura orientada a eventos e mensageria
  • Gerenciamento e monitoramento de APIs
  • Modelos padronizados de dados, quando aplicável
  • Desacoplamento e integração entre empresas do grupo

Computação em nuvem

  • Princípios e governança de uso de nuvem
  • Estrutura básica segura para serviços em nuvem
  • Gestão de identidades e acessos e arquitetura de redes
  • Cópias de segurança, recuperação de desastres e alta disponibilidade
  • Identificação e classificação de recursos, monitoramento e padrões de infraestrutura
  • Gestão de custos, evitando dependência desnecessária de um único provedor

Decisões de nuvem e integração são avaliadas por requisitos, custo, risco, conformidade, segurança e estratégia empresarial — nunca por preferência tecnológica isolada.

Metodologia

Boas práticas como referência. Governança na medida certa.

TOGAF fornece a estrutura

TOGAF Standard, 10ª edição: referência internacional para Arquitetura Corporativa.

ArchiMate fornece a linguagem

Linguagem padronizada para representar arquiteturas de forma compreensível e consistente.

Métodos ágeis fornecem velocidade

Entregas incrementais em ciclos curtos, com valor visível desde os primeiros meses.

Kanban fornece visibilidade

Acompanhamento transparente de prioridades, responsáveis, andamento e bloqueios.

Governança de Arquitetura fornece controle

Comitê, revisões, padrões, exceções e decisões registradas.

Inteligência Artificial fornece aceleração

Agentes especializados reduzindo o tempo de produção de análises e documentação.

Experiência dos arquitetos fornece julgamento

A decisão final, a responsabilidade técnica e a leitura do contexto.

Demais referências aplicadas de forma pragmática:

COBITITILISO/IEC/IEEE 42010Modelo C4NIST Cybersecurity FrameworkISO 27001ISO/IEC 42001OWASPDORAFinOpsDAMA
Gestão do trabalho

Ciclos de duas semanas e quadro Kanban

Kanban é uma abordagem visual de gestão do trabalho: as atividades são organizadas em um quadro por etapas, permitindo acompanhar prioridades, responsáveis, andamento e bloqueios.

Priorizado
Inventário de integrações
Padrão de APIs — rascunho
Avaliação do projeto X
Em andamento
Mapa de aplicações
Regimento do Comitê
Princípios de Arquitetura
Em revisão
Diagnóstico da Arquitetura Atual
Registro de riscos
Concluído
Matriz de responsabilidades
Processo de entrada de demandas
Estrutura do Repositório

Exemplo ilustrativo do quadro, disponibilizado e administrado pela Lomix.

Cada atividade possui

ResponsávelPrioridadeSituaçãoDatasDependênciasRiscosEntregávelAceite

Ritos de acompanhamento

  • Ciclos de duas semanas — planejamento do ciclo, refinamento das atividades futuras e demonstração das entregas ao final.
  • Reunião semanal de situação — acompanhamento do quadro, bloqueios, decisões pendentes e prioridades da semana.
  • Reunião executiva mensal — apresentação de marcos, pacotes de entrega e indicadores à Diretoria de TI.
Implantação

Três ondas de três meses e um período de consolidação

Este é o modelo de referência da Lomix. A profundidade e o ritmo de cada onda são dimensionados à realidade, ao porte e às prioridades de cada empresa.

Mês 3

Diagnóstico da Arquitetura Atual

Mês 6

Padrões e governança publicados

Mês 9

Guia de M&A e Centro de Excelência em IA

Mês 12

Relatório executivo e plano do segundo ano

Indicadores

Primeiro medimos a situação inicial. Depois definimos as metas.

Governança e aderência

  • Percentual de projetos submetidos à Revisão de Arquitetura
  • Percentual de novas soluções aderentes aos padrões
  • Número de exceções arquiteturais registradas
  • Tempo médio de uma Revisão de Arquitetura
  • Projetos com decisões arquiteturais registradas

Racionalização e conhecimento

  • Redução de tecnologias redundantes
  • Aplicações catalogadas
  • Integrações catalogadas
  • Fornecedores avaliados
  • Dívidas técnicas tratadas

Capacidades estratégicas

  • Seleções de software conduzidas pela metodologia corporativa
  • Projetos com segurança considerada desde a concepção
  • Iniciativas de IA governadas pelo Centro de Excelência
  • Avaliações tecnológicas de aquisições realizadas
  • Evolução da maturidade de arquitetura

Nenhuma meta percentual é proposta antes de conhecer a situação atual. Compromissos numéricos criados antes do diagnóstico não sobrevivem ao contato com a realidade — e comprometem a credibilidade da governança.

Benefícios

O que muda, na prática, na gestão tecnológica

Velocidade

Decisões mais rápidas e maior reutilização de padrões e arquiteturas já aprovados.

Redução de risco

Governança sobre soluções, fornecedores, segurança, dados e integrações.

Redução de retrabalho

A arquitetura é avaliada antes do desenvolvimento ou da contratação.

Padronização

Menor proliferação descontrolada de tecnologias e soluções no ambiente.

Governança da terceirização

Os fornecedores continuam executando, agora seguindo padrões definidos pela empresa.

Fusões e aquisições

Maior capacidade de avaliar, integrar e padronizar empresas adquiridas.

Seleção de software

Decisões estruturadas por critérios técnicos, financeiros, arquiteturais e de negócio.

Segurança

Considerada desde a concepção das soluções, e não verificada ao final.

Custos

Visibilidade sobre custo total de propriedade, contratos, redundâncias e consumo tecnológico.

Inteligência Artificial

Adoção estruturada, segura e governada, com casos de uso priorizados.

Continuidade

O conhecimento tecnológico deixa de permanecer disperso entre pessoas, projetos e fornecedores.

Onde o valor é gerado

Justificativa do investimento, sem projeções fictícias

  • Prevenção de decisões tecnológicas inadequadas
  • Redução de retrabalho em projetos e contratações
  • Racionalização tecnológica e redução de redundâncias
  • Melhoria da gestão e do direcionamento de fornecedores
  • Seleção de software mais estruturada e comparável
  • Redução de riscos tecnológicos em fusões e aquisições
  • Maior reaproveitamento de soluções já existentes
  • Gestão consciente da dívida técnica
  • Prevenção de dependência excessiva de fornecedor
  • Governança de IA desde o início da adoção
  • Redução de riscos de segurança nas soluções novas
  • Maior previsibilidade tecnológica para o planejamento

Valor do Escritório de Arquitetura = Redução de risco + Redução de retrabalho + Padronização + Velocidade + Melhor decisão de investimento + Preparação para o crescimento

A Lomix não apresenta economias financeiras projetadas antes do diagnóstico. A partir da Onda 0, com o inventário de aplicações, contratos e tecnologias em mãos, passamos a quantificar oportunidades concretas de racionalização — com os números da própria empresa, e não com referências genéricas de mercado.

Equipe e continuidade

Equipe enxuta, senioridade alta

Sócio Executivo

  • Responsável executivo e gerente do projeto
  • Líder do Escritório de Arquitetura Corporativa
  • Arquiteto Corporativo e especialista em Inteligência Artificial
  • Principal interface executiva com a Diretoria de TI
  • Condução do Comitê de Arquitetura
  • Apoio tecnológico em fusões e aquisições
  • Liderança dos processos de seleção de software
  • Acompanhamento e aprovação das principais entregas

Arquiteto Corporativo Sênior

  • Execução diária das atividades e gestão do quadro Kanban
  • Documentação e arquitetura de soluções em nível conceitual
  • Análise de demandas e desenho de arquiteturas de referência
  • Inventários, padrões e arquiteturas de referência
  • Acompanhamento de projetos e revisões de arquitetura
  • Apoio à seleção de software e ao DevSecOps
  • Documentação corporativa e relacionamento com fornecedores

Alternativas para o segundo ano

Modelo A · Continuidade da gestão pela Lomix

Renovação da gestão do Escritório por mais 12 meses, com a mesma estrutura, continuidade da governança implantada, evolução da maturidade arquitetural e ampliação das capacidades.

Modelo B · Internalização do Escritório

A Lomix auxilia na definição da estrutura interna e dos perfis, apoia a descrição das funções e pode indicar profissionais de sua rede. A contratação é feita diretamente pela empresa. Perfis que podem ser internalizados progressivamente: Gerente de Arquitetura, Arquiteto Corporativo, Arquiteto de Soluções, Arquiteto de Dados, Arquiteto de Nuvem e Arquiteto de IA. Há ainda a possibilidade de uma extensão de transição assistida.

O objetivo da Lomix não é criar dependência — é criar capacidade.

Escopo e limites

Clareza sobre os limites protege o cronograma e a relação entre as partes

O que está incluído
  • Implantação do Escritório: modelo operacional, papéis, alçadas, ritos e matriz de responsabilidades.
  • Governança de Arquitetura: Comitê, Revisão, registro de decisões e exceções.
  • Diagnóstico da Arquitetura Atual.
  • Princípios, padrões e arquiteturas de referência em nível normativo.
  • Processo de demandas e autoridade técnica.
  • Seleção de software e de fornecedores.
  • Guia tecnológico para M&A e estrutura inicial do Centro de Excelência em IA.
  • Gestão, Repositório de Arquitetura e transferência de conhecimento.
O que não está incluído
  • Desenvolvimento de software e implantação de ferramentas ou plataformas.
  • Mapeamento técnico em campo e inventários automatizados.
  • Migração de sistemas e execução de migração ou saneamento de dados.
  • Configuração de sistemas, ambientes e infraestrutura.
  • Desenho detalhado de solução — o Escritório orienta, avalia e aprova; a elaboração é dos times e fornecedores.
  • Operação, sustentação e suporte técnico.
  • Operação de Segurança da Informação, resposta a incidentes e testes de intrusão.
  • Testes, homologação e controle de qualidade de software.
  • Aquisição e licenciamento de ferramentas e serviços de nuvem.
  • Negociação comercial e pareceres jurídicos.
  • Auditorias e certificações formais.
  • Programa jurídico de adequação à LGPD.
  • Programas formais de capacitação e certificação.

Qualquer ampliação de escopo é formalizada contratualmente, com impacto em prazo e entregas avaliado antes do aceite.

Perguntas frequentes

Dúvidas comuns sobre o Escritório de Arquitetura

Preciso substituir meus fornecedores atuais?

Não. O Escritório de Arquitetura não substitui fornecedores nem equipes de execução. Ele define os padrões que orientam o trabalho de todos, avalia soluções antes que sejam construídas ou contratadas e aprova tecnicamente o que entra no ambiente.

Minha empresa é pequena demais para isso?

O modelo é dimensionado à realidade de cada empresa. O que muda é a profundidade e o ritmo das ondas, não os princípios. Uma estrutura menor pode adotar uma versão mais leve da mesma governança.

Isso não vai burocratizar a TI?

A diretriz é governança na medida certa: controles suficientes para reduzir risco e leves o bastante para não travar o negócio. A triagem separa o que exige avaliação arquitetural do que pode seguir por caminho simplificado.

Quanto tempo até o primeiro resultado visível?

A Onda 0 entrega, em até três meses, o Diagnóstico da Arquitetura Atual, os mapas de aplicações, tecnologias e integrações, os riscos identificados e os primeiros mecanismos de governança em funcionamento.

A Lomix trabalha com algum fabricante específico?

Não. A Lomix não possui vínculo com fabricantes ou revendas. As recomendações seguem critérios técnicos, de negócio, de custo e de risco.

E se quisermos internalizar essa capacidade depois?

O modelo prevê isso desde o início. Há transferência de conhecimento durante todo o período e, ao final, um plano de internalização com os perfis necessários.

Seu ambiente tecnológico precisa de uma camada de direcionamento?

Conte-nos como a tecnologia está organizada hoje na sua empresa. A partir daí, indicamos o caminho proporcional ao seu contexto.