Iniciativas dispersas
Cada área contrata ou experimenta por conta própria, sem catálogo corporativo nem critério de priorização.
A Lomix identifica onde a Inteligência Artificial gera valor real, define a arquitetura e a governança necessárias e conduz a adoção de forma segura, controlada e sustentável. Sem modismo, sem promessa e sem projeto que não sobrevive ao primeiro piloto.
A adoção de Inteligência Artificial costuma começar dispersa: iniciativas nascem em áreas diferentes, com ferramentas diferentes, critérios diferentes e nenhum caminho comum de aprovação. O resultado é um conjunto de experimentos que consomem dados sensíveis, geram custo e não chegam à produção.
Cada área contrata ou experimenta por conta própria, sem catálogo corporativo nem critério de priorização.
Informação sensível trafegando por ferramentas não avaliadas, sem base legal clara nem classificação.
Consumo de modelos crescendo sem medição, sem limite e sem avaliação de retorno.
Provas de conceito bem-sucedidas que não chegam à produção por falta de arquitetura, integração e responsável definido.
Mapeamento de oportunidades por área, avaliação de viabilidade técnica, valor de negócio, risco e esforço, com uma lista priorizada e justificada.
Padrões para IA generativa, agentes, recuperação aumentada por busca (RAG), integração com modelos de linguagem, avaliação de modelos e monitoramento.
Estrutura corporativa que centraliza princípios, aprovação de casos de uso, catálogo, padrões e acompanhamento de resultados.
Diretrizes de uso, limites éticos, transparência, participação humana em decisões críticas e referência à norma ISO/IEC 42001.
Agentes especializados para processos específicos do negócio, com integração aos sistemas existentes, supervisão humana e registro de auditoria.
Classificação e proteção de dados, regras para uso de informação corporativa em modelos, anonimização e controle de acesso.
Integração, versionamento de prompts e modelos, observabilidade, avaliação contínua de qualidade e plano de evolução.
Controle de consumo, medição de resultados e critérios objetivos para decidir entre evoluir, substituir ou encerrar um caso de uso.
Adoção estruturada, segura e governada — com um caminho formal entre a ideia e a produção.
Diretrizes corporativas de uso de IA, limites éticos, transparência e participação humana nas decisões críticas.
Processo de submissão, aprovação e priorização de casos de uso, com catálogo corporativo mantido pelo Centro de Excelência.
Proteção de dados, LGPD, tratamento de informações confidenciais e regras para uso de dados corporativos em modelos.
Padrões para IA generativa, agentes de IA e integração com modelos de linguagem, com avaliação de modelos e monitoramento.
Controle de consumo, avaliação de resultados e critérios objetivos para decidir entre evoluir, substituir ou encerrar um caso de uso.
Regras claras para parceiros que propõem ou entregam soluções com Inteligência Artificial.
A estrutura de governança adota como referência a norma ISO/IEC 42001 — Sistema de Gestão de Inteligência Artificial, que estabelece requisitos para a gestão responsável de IA em organizações, adaptada ao porte e à realidade de cada empresa.
Entender o processo, os dados disponíveis, as restrições e o resultado esperado.
Avaliar valor, viabilidade, risco e esforço. Selecionar o que deve começar primeiro.
Definir modelo, integração, tratamento de dados, controles e critérios de avaliação.
Construir uma versão funcional com escopo controlado, métricas definidas e supervisão humana.
Integrar aos sistemas, definir responsáveis, monitorar qualidade, custo e desempenho.
Medir resultado, ajustar, ampliar ou encerrar com critério.
A Inteligência Artificial é usada como acelerador das atividades, não como substituta da análise, da responsabilidade e da aprovação dos profissionais sêniores. Toda entrega é revisada e validada antes de chegar ao cliente. O ganho é de velocidade e cobertura — não de terceirização do julgamento técnico.
Triagem, resposta assistida e recuperação de informação em bases internas.
Leitura e conferência de documentos, extração estruturada de dados e apoio a conciliações.
Apoio à documentação, análise de código, testes e produção de artefatos técnicos.
Triagem e comparação de candidatos, roteiros de entrevista e padronização da avaliação. Conheça o nosso agente.
Comparação de propostas, extração de cláusulas e apoio à análise de fornecedores.
Busca semântica sobre documentos internos, com controle de acesso e rastreabilidade das fontes.
Frentes apresentadas como oportunidades típicas de aplicação. Cada caso de uso é avaliado quanto a viabilidade, valor, risco e aderência ao contexto da empresa.
Ajuda, mas não é pré-requisito absoluto. Parte do diagnóstico é justamente identificar quais dados existem, em que estado estão e o que precisa ser tratado antes de cada caso de uso.
A escolha é feita por caso de uso, considerando requisitos, custo, segurança, soberania dos dados e estratégia da empresa. Não há vínculo com fabricantes.
Com classificação de dados, regras claras de uso, anonimização quando necessário, avaliação prévia das ferramentas e controles de acesso — tudo definido antes do primeiro piloto.
Os dois caminhos existem. O modelo prevê transferência de conhecimento e a possibilidade de a empresa assumir a operação.
Conte-nos qual processo consome mais tempo, mais gente ou mais retrabalho hoje. A partir daí, avaliamos se a IA é o caminho adequado — e como aplicá-la com segurança.